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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Transforme hobby em profissão


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A frase é comum e repetida em alguns ambientes de trabalho, mas será mesmo possível unir esses dois pontos?Lanna Correa, 27 anos, aposta que sim. A ex-servidora pública se preparava para seguir a carreira de juíza, mas já no estágio de campo percebeu que não era o seu ideal. “Burocracia e processos definitivamente não faziam parte da minha visualização de futuro”, afirma. O salário e a rotina da profissão podem ser fatores desestimulantes e, muitas vezes, as atividades paralelas aparecem para suprir estes quesitos. E é justamente aí que se descobrem novos talentos e novas perspectivas.
Ao mesmo tempo em que se dedicava às atividades jurídicas, Lanna tinha como hobby a arte de fazer arranjos das mais variadas flores. E foi em 2009, após elaborar toda a decoração do seu casamento, que percebeu sua verdadeira paixão. O hobby, aos poucos, virou profissão.
Hoje, Lanna é decoradora de eventos e designer floral, ajudando as noivas a terem o casamento dos seus sonhos. “Me divirto trabalhando. Já executei mais de 30 eventos e ainda há o mesmo número de contratos a serem cumpridos para este ano. A paixão e a vontade de fazer cada vez mais e melhor transformaram meu sonho em realidade e transformam os sonhos de outras pessoas também”, explica. A busca pela realização profissional e pessoal nem sempre é fácil, mas é possível. E a caminhada pode ser surpreendente.

Atenção ao supermercado

O orçamento doméstico apertou e, pelas suas contas, o supermercado pode ter se tornado o vilão do seu bem estar financeiro? Calma, não precisa passar fome nem limpar a casa inteira com sabão de pedra. Com essas dicas simples você pode economizar sem precisar fazer muito esforço:
- antes de sair de casa, faça sua lista de compras e se detenha a ela;

- pegue um carrinho pequeno;

- se possível, leve uma calculadora e determine um valor a gastar naquele dia;

- não vá ao supermercado com fome. Regra número 1 para quem não quer gastar muito;

- produtos frescos são melhores para o seu bolso e para sua saúde;

- observe as estações do ano. Elas interferem nos preços dos alimentos;

- valorize a concorrência e compre genéricos;

- evite comidas prontas. Faça você mesma, em casa, e aprecie o momento com a família;

- pesquise entre vários supermercados e leve anúncios. Muitas vezes um local cobre a oferta da concorrência;

- preste atenção às quantidades das embalagens. Um produto pode estar mais barato porque vem menos;

- as crianças devem ficar em casa; e

- restrinja o número de visitas ao mercado.

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Moeda Social

Apesar de o uso da moeda social no Conjunto Palmeira ter sido muito bem sucedido – e continuar sendo – é preciso entender que essa moeda social não é regulamentada pelo Banco Central. Na prática, isso significa que a Palma não é um dinheiro e sim uma ferramenta de Finanças Solidárias, utilizadas pelos Bancos Comunitários, que não são Instituições Financeiras e, sim, associações civis sem fins lucrativos, representativas da comunidade.
De fato, quando um comerciante vende a mercadoria em Palma, ele pode ir ao Banco Palma e trocar aquele crédito por notas em reais. Para isso, é necessário haver o lastro de um por um, ou seja, para cada Palma que o banco empresta, ele precisa ter a mesma quantia guardada em reais, para lastrear aquele valor.
Em resumo, o Banco Central não autoriza a circulação de outra moeda oficial – a única moeda oficial é o Real – e também não enxerga a Palma como uma moeda. A moeda social, portanto, não é considerada dinheiro, mas um instrumento de desenvolvimento local e inclusão social, que tem contado com o apoio de políticas públicas de Economia Solidária nos três níveis de governo: municipal, estadual e federal.
É importante registrar que ninguém pode ser obrigado a aceitar uma moeda social ou a participar de um sistema de moedas sociais, pois elas não têm curso forçado, nem poder liberatório assegurado por lei. Dessa forma, é proibido efetuar pagamentos de funcionários, fazer contratos de licitação ou quaisquer outros contratos tendo por base uma moeda social.

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Bazar

De fato, de uma forma curta e objetiva elas sintetizam as mudanças que a população precisa adotar para minimizar o impacto das ações do homem no planeta. Nesse contexto, os bazares ou brechós estão de volta com força total, apoiados por muitas pessoas que aprovam a ideia de dar uma nova chance de uso a peças que estavam encostadas nos armários.
Organizar um bazar é mais simples do que parece. É necessário ter algumas araras, um espaço disponível e pessoas dispostas a divulgar o evento por e-mail, cartaz ou nas redes sociais. O ideal é escolher uma casa, de preferência que tenha um acesso exclusivo à área externa, para não invadir a privacidade dos moradores. Vale lembrar que o espaço público não pode ser ocupado para esse fim, sem autorização prévia. Além disso, quem vislumbra organizar uma atividade dessas em uma feira, deve ter CNPJ e autorização para emitir nota fiscal. Eventos caseiros, no entanto, não precisam de tudo isso. Interessou-se pelo assunto? Pesquise informações na internet! Hoje há bazares virtuais e muitas páginas nas redes sociais dedicadas a esse tema.
Além de motivar a redução do consumo por meio do reaproveitamento de peças de roupa ou de sapatos de outras pessoas, uma grande vantagem do bazar é financeira. É possível encontrar peças em bom estado de conservação por preços bastante reduzidos. Por fim, até mesmo quem não gosta da ideia de comprar coisas usadas, pode organizar, entre amigos, um bazar beneficente, com o objetivo de dar um destino mais nobre às roupas menos usadas. Por tabela, se exercita a generosidade.

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Viagem

O brasileiro nunca viajou tanto para o exterior e, para que tudo corra bem nessa viagem, é preciso cuidar dos preparativos. Retiramos algumas dicas do blog “Viaje sim”.

Economizar antes mesmo de embarcar
Antes de comprar a passagem aérea, verifique os seus pontos em programas de milhagens. Além disso, esteja atento para ver as promoções com milhas reduzidas que as companhias aéreas costumam fazer.
 
Passaporte, documentos e vacinas
A primeira dica do blog para quem pensa em viajar ao exterior é verificar os documentos que serão necessários para o destino pretendido e colocar tudo em dia. Alguns países (como os EUA) exigem visto e os trâmites são específicos. Nesse caso, é bom fazer tudo com bastante antecedência. O passaporte também deve estar na validade. Outra exigência de alguns países é a vacinação contra febre amarela. A vacina é gratuita no Brasil e precisa ser tomada pelo menos 10 dias antes do embarque.
 
Cartão, dinheiro ou os dois?
É importante levar uma quantia mínima em espécie, para  usar em lanchonetes, pequenas compras, taxi ou outros meios de transporte.  “Uma boa forma de levar o dinheiro é a "doleira", uma pequena bolsa usada por baixo da roupa, junto ao corpo”, explica Jackeline, criadora do blog. Cartões pré-pagos, conhecidos como “Travel Card” são uma boa opção, mas é preciso estar atento à tarifa cobrada por cada saque, que custam cerca de dois ou três dólares. O uso de cartão de crédito é ainda mais caro, em função da alíquota de 6,38% referente ao  Imposto sobre Operações Financeiras – IOF.
 
Segurança
Uma dica de segurança é digitalizar documentos como passaporte,  reservas de passagens e hotéis e mantê-los em seu e-mail. Isso facilitará a vida do turista em caso de roubo, por exemplo. Outra providência para garantir sua segurança é deixar com um familiar ou amigo seu roteiro de viagem e o contato dos hotéis e locais por onde você pretende passar. Para sua segurança, peça ao seu hotel, pensão ou albergue que providencie transporte do aeroporto para você. Pode custar um pouco mais, mas é um investimento que vai lhe deixar tranquilo.

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Viagem

O brasileiro nunca viajou tanto para o exterior e, para que tudo corra bem nessa viagem, é preciso cuidar dos preparativos. Retiramos algumas dicas do blog “Viaje sim”.

Economizar antes mesmo de embarcar
Antes de comprar a passagem aérea, verifique os seus pontos em programas de milhagens. Além disso, esteja atento para ver as promoções com milhas reduzidas que as companhias aéreas costumam fazer.
 
Passaporte, documentos e vacinas
A primeira dica do blog para quem pensa em viajar ao exterior é verificar os documentos que serão necessários para o destino pretendido e colocar tudo em dia. Alguns países (como os EUA) exigem visto e os trâmites são específicos. Nesse caso, é bom fazer tudo com bastante antecedência. O passaporte também deve estar na validade. Outra exigência de alguns países é a vacinação contra febre amarela. A vacina é gratuita no Brasil e precisa ser tomada pelo menos 10 dias antes do embarque.
 
Cartão, dinheiro ou os dois?
É importante levar uma quantia mínima em espécie, para  usar em lanchonetes, pequenas compras, taxi ou outros meios de transporte.  “Uma boa forma de levar o dinheiro é a "doleira", uma pequena bolsa usada por baixo da roupa, junto ao corpo”, explica Jackeline, criadora do blog. Cartões pré-pagos, conhecidos como “Travel Card” são uma boa opção, mas é preciso estar atento à tarifa cobrada por cada saque, que custam cerca de dois ou três dólares. O uso de cartão de crédito é ainda mais caro, em função da alíquota de 6,38% referente ao  Imposto sobre Operações Financeiras – IOF.
 
Segurança
Uma dica de segurança é digitalizar documentos como passaporte,  reservas de passagens e hotéis e mantê-los em seu e-mail. Isso facilitará a vida do turista em caso de roubo, por exemplo. Outra providência para garantir sua segurança é deixar com um familiar ou amigo seu roteiro de viagem e o contato dos hotéis e locais por onde você pretende passar. Para sua segurança, peça ao seu hotel, pensão ou albergue que providencie transporte do aeroporto para você. Pode custar um pouco mais, mas é um investimento que vai lhe deixar tranquilo.

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INSS

Quando se ouve falar do INSS, a primeira coisa que nos vem à cabeça é a palavra aposentadoria. Lembramos que o valor do teto é baixo e que gera um rombo enorme para o governo. Para quem é profissional liberal então, a tendência é buscar segurança na previdência privada. Porém, o que pouca gente se lembra é que nem só de aposentadoria se faz o INSS. Existem vários outros benefícios fundamentais para o trabalhador e que não devem ser ignorados.
 
"Um dos meus maiores arrependimentos foi não ter pago o INSS antes de ficar grávida. Sempre paguei previdência complementar e não tinha percebido que estaria descoberta durante a minha licença maternidade. Sou profissional liberal e agora tive que voltar ao trabalho antes do prazo, pois fiquei totalmente sem renda por estar fora do sistema público", lamentou a cabeleireira Marcela Andrade, mãe de Isabela, de 6 meses. "Tentei correr atrás do benefício depois, mas já era tarde. A carência é de 10 meses, exatamente para evitar a entrada de mulheres já grávidas, mas que não contribuíam para o sistema".
A cobertura financeira da licença maternidade é apenas um dos muitos benefícios de quem contribui com o INSS.  O que Marcela ficou sabendo depois é que, sem esta contribuição, se tivesse qualquer problema de saúde durante o exercício da sua profissão, ou mesmo se sofresse algum acidente de trânsito durante o trajeto para o trabalho, que a obrigasse a se afastar por mais de 15 dias, ela também ficaria sem renda. O auxílio acidente de trabalho também faz parte do rol de situações asseguradas pelo INSS.
Para quem tem carteira de trabalho assinada, incluindo empregados públicos, o desconto do valor do INSS é feito na folha de pagamento, compulsoriamente. Quando o empregado tiver como salário um valor superior ao limite máximo de contribuição, só é admissível descontar do salário um valor estabelecido, chamado de teto. As porcentagens de desconto irão variar, dependendo do salário de cada um.
Quem é profissional liberal pode fazer as contribuições de forma avulsa. Advogados, faxineiras, pequenos empresários, arquitetos, contadores, doceiros e demais profissões, cujo trabalho é independente, ficam descobertos do INSS se não contribuírem mensalmente. São os chamados Contribuintes Individuais. A inscrição do trabalhador no INSS, como contribuinte individual, pode ser feita pelo PREVFone. Basta ligar para 0800 78 01 91 e fornecer os dados da Carteira de Identidade ou da Certidão de Nascimento/Casamento ou, ainda, da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). A ligação é gratuita e funciona de segunda a sábado, das 7h às 19h. Os trabalhadores inscritos passam a contribuir, mensalmente, com 20% de sua remuneração para a Previdência Social, ou com 11% do valor do salário mínimo, para quem quiser receber como benefício apenas esse montante.
Aqueles que não têm renda pelo trabalho, tais como donas de casa, estudantes, desempregados etc, podem contribuir facultativamente para a Previdência Social, garantindo com isso os benefícios previdenciários. São os chamados Contribuintes Facultativos. Para estes, a contribuição deverá ser calculada pela alíquota de 20% sobre qualquer valor entre os limites mínimo e máximo do salário de contribuição: novos valores de R$ 622,00, desde 01/01/2012, e R$ 3.916,20, vigente a partir da competência janeiro/2012. O valor não precisa ser igual todos os meses, podendo variar, desde que respeitados os limites citados. A Guia da Previdência Social (GPS) é encontrada nas papelarias ou no site da Previdência Social. O contribuinte pode pagar a sua contribuição também pela internet, portanto, sem a necessidade de preenchimento da GPS em papel, e para isso basta acessar a página do  Banco onde mantém conta bancária e nas opções de pagamentos, escolher a opção GPS, onde deverá ser informado o código do pagamento, a competência, a data do pagamento, o identificador (NIT, PIS ou PASEP) e o valor da contribuição. Será gerado comprovante de recolhimento com layout estabelecido pelos bancos.
 
ARTE

Benefícios previdenciários:

• aposentadoria por idade;

• aposentadoria por invalidez;

• aposentadoria por tempo de contribuição;

• aposentadoria especial: benefício concedido ao segurado que tenha trabalhado em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física (MPAS);

• auxílio-doença: benefício concedido ao segurado impedido de trabalhar por doença ou acidente por mais de 15 dias consecutivos;

• auxílio-acidente: benefício pago ao trabalhador que sofre um acidente e fica com sequelas que reduzem sua capacidade de trabalho;

• auxílio-reclusão: os dependentes do segurado que for preso por qualquer motivo têm direito a receber o auxílio-reclusão durante todo o período da reclusão;

• pensão por morte;

• salário-maternidade: o benefício foi estendido também para as mães adotivas (MPAS);

• salário-família, para complementar a renda familiar concedida a menores de 14 anos que frequentam a escola;

• Benefício Assistencial ao Idoso e ao Deficiente;

• Serviços Previdenciários;

• Reabilitação Profissional;

• Serviço Social.

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Transformação


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Os programas de transformação ganharam espaço entre os telespectadores brasileiros. Hoje existem quadros ou programas inteiros voltados para melhorar a imagem de uma pessoa; motivá-la a emagrecer; reformar totalmente uma casa ou mobiliá-la com mercadorias que os proprietários jamais teriam condições de comprar; reformar um carro que mais parecia uma lata velha ou até mesmo ensinar uma pessoa compulsiva e descontrolada financeiramente a aprender a poupar.
Esse último, oferecido pelo canal pago Home & Health, foi traduzido como “Meninas Mimadas”. Com compradoras compulsivas reais e o apoio de uma consultora financeira, o programa propõe um método rigoroso, capaz de, em seis semanas, transformar uma viciada em compras numa investidora em potencial. Tudo, claro, se ela cumprir as exigências com disciplina e estiver disposta a enfrentar essas modificações.
Para isso, a consultora retira os cartões de débito e crédito dessas mulheres e oferece uma mesada semanal que corresponde ao valor máximo que elas podem gastar. Além disso, a participante é obrigada a frequentar as lojas favoritas sem comprar nada, mas com a missão de anotar o valor de tudo o que comprariam, para se confrontarem com esse total. Ela também mostra a cada uma o desperdício de dinheiro delas com pagamento de juros - capaz de assustar qualquer um. Por fim, a participante enxerga em planilhas e estatísticas o quanto a redução de consumo pode permitir, no longo prazo, a formação de reservas financeiras elevadas. No final, até a aparência das participantes se torna mais simples e elegante. O melhor de tudo é saber que qualquer um pode seguir essas recomendações sem precisar aparecer na TV.

Faça voce mesmo

Elaborar alguns detalhes da festa de casamento não é apenas uma boa maneira de economizar, mas, também, de personalizar este dia tão especial e deixá-lo ainda mais com a cara dos noivos.
Alguns itens requerem um certo talento manual, tecnológico, mas com tempo e dedicação é possível deixar o casamento repleto de lindos itens. A decoradora Michele Navega, dona do blog Mini Weddings, dá dicas de como incrementar o casamento com detalhes feitos pelos noivos. "Reservas de mesas e menus demonstram atenção com os convidados e dão um charme a mais à mesa. O layout pode ser feito pelos próprios noivos, usando programas gráficos de fácil manuseio e impressos em casa mesmo, usando um papel especial e mais encorpado. Bem-casados também são itens facilmente personalizáveis.
Caminhos de mesa, jogos americanos e almofadas também são boas opções para personalizar a festa. Monte uma combinação de tecidos harmoniosa, sempre prestando atenção para que ao menos uma cor se repita em todos os tecidos.
O noivo também pode ajudar e cuidar desses detalhes pode ser muito prazeroso para o casal, desde que não sobrecarregue. "Separe dois ou três itens, dependendo do grau de dificuldade, e dedique-se apenas a eles. Com tantos detalhes que envolvem um casamento, tomar responsabilidades demais para si pode transformar o processo em um momento cansativo e estressante", alerta Michele. O resultado de todo esse trabalho poderá ser apreciado pelos noivos no dia da festa e os convidados se sentirão ainda mais como parte da história do casal.

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Tiquete é dinheiro

Grande parte das empresas oferece aos empregados que estão na ativa o benefício de ter um tíquete alimentação ou refeição. O primeiro deles é exclusivo para compras em supermercados e o segundo é utilizado em restaurantes conveniados. Há ainda as empresas que permitem dividir o crédito em um cartão de alimentação e outro para refeição, mas em todos os casos é fundamental tratar esse crédito como se fosse dinheiro.
De fato, os cartões de tíquete são recarregados mensalmente com um crédito em dinheiro, mas não é assim que a maioria das pessoas lida com essa quantia disponível. É comum que as pessoas se permitam fazer pequenas extravagâncias ao receber esse crédito, seja com um almoço um pouco mais caro, em um local especial, ou com guloseimas ou supérfluos que acabam entrando no carrinho do supermercado. Agora, o que é, afinal, tratar o tíquete como dinheiro?
É, em primeiro lugar, incluí-lo na planilha de orçamento como uma receita mensal que será administrada como dinheiro, de fato. Para quem não faz controle do orçamento, uma dica é se perguntar “se eu não estivesse com o tíquete, estaria fazendo essa compra?”. Quem almoça fora e utiliza esse tipo de vale refeição deve dividir o total do crédito pelos dias úteis em que almoça fora para ter noção do limite diário que pode utilizar. Da mesma forma, as compras de supermercado devem ser pensadas de modo a utilizar esse crédito conscientemente, com o que é prioritário para a família, evitando exageros ou compras impulsivas que comprometam o orçamento mensal.
A ideia principal é não extrapolar o crédito do tíquete. Essa tarefa será mais difícil para quem recebe quantias menores de crédito, mas cada um, a seu modo, pode avaliar o próprio comportamento de consumo e estipular uma meta pessoal para o uso do tíquete. Quem age dessa forma, consciente, consegue aproveitar ao máximo esse crédito e poupar parte do salário, que pode ser destinada para realizar outros objetivos.

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Livro

 “Grande parte dos problemas de relacionamento entre marido e mulher começa no dinheiro.” Com essas palavras o consultor financeiro Gustavo Cerbasi inicia o livro “Casais inteligentes enriquecem juntos”, que se tornou um best seller das finanças pessoais. Esse sucesso tem suas razões: o autor apresenta, em linguagem simples, recomendações úteis aos casais, em qualquer etapa do relacionamento que estejam. Em resumo, o livro propõe uma reflexão sobre as finanças do casal, com experiências validadas na prática pelo autor.

De início, Cerbasi apresenta cinco perfis financeiros – o gastador, o descontrolado, o poupador, o desligado e o financista – e sugere recomendações para diferentes composições entre esses perfis. O objetivo não é transformar um gastador em um poupador, mas, principalmente, motivar o casal a conversar sobre dinheiro, aprender com as virtudes um do outro, ponderar as decisões financeiras que fragilizam a relação e, sobretudo, fazer planos juntos.

Nesse planejamento ao longo da vida, o autor faz perguntas como “comprar presentes caros e pagar as contas é sinal de amor? Manter dois carros ou apenas um? Os filhos devem conhecer o orçamento da família? Quanto poupar por mês?”. Propõe, ainda, reflexões sobre a aposentadoria, os imprevistos e, sobretudo, a independência financeira.

Essa leitura é uma dica para motivar o entrosamento financeiro entre o casal, que p

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Consórcio

Juros baixos e sem burocracia, assim é o consórcio: união de pessoas físicas ou jurídicas, em grupo fechado, com finalidade de formar reserva destinada à compra de bens móveis duráveis, imóveis e até de serviço turístico. A ideia central é que, com a contribuição do grupo, seja possível comprar o bem desejado todos os meses e sorteá-lo entre os participantes. No entanto, há desvantagens. Desistir do grupo, ou ficar inadimplente, pode causar grande dor de cabeça para o consumidor.
O consórcio é uma invenção brasileira que já foi levada a outros países. Hoje em dia, eles vão além da aquisição de automóveis. Existem consórcios imobiliários e até de cirurgia plástica ou viagens de turismo.
A contemplação é o momento mais esperado pelo participante. Existem duas maneiras de ser contemplado: o sorteio ou o lance. O sorteio é realizado pela extração da Loteria Federal e depende da sorte de cada um. O lance, por sua vez, permite a contemplação antecipada àquele que tiver uma quantia maior disponível. Só precisa entregar o dinheiro do lance quem for contemplado, ou seja, os demais podem continuar com a quantia em mãos para tentarem essa oportunidade nos meses seguintes.
Apesar de não cobrar juros, como um financiamento tradicional, os consórcios cobram uma taxa de administração, que varia de acordo com a instituição. Por esse motivo, pesquisa é fundamente.
Em geral, o consórcio é uma opção interessante para quem não tem urgência em adquirir o bem. É tudo uma questão de sorte, ou azar. Se o participante for dos últimos a serem contemplados, a situação se assemelha muito à poupança programada a juros zero, ou seja, se torna um péssimo investimento - pior que guardar dinheiro embaixo do colchão, pois ainda existem as taxas de administração. “Tudo depende do perfil do consumidor e da urgência do bem. Se não for urgente, é um bom negócio. Caso contrário, é melhor adquirir um financiamento. O importante é lembrar que a maioria dos consórcios tem prestação baixa porque os prazos são muito longos. Alguns consumidores não se atentam a isso e enfrentam dificuldades de pagamento com o passar dos anos”, alertou o gerente de vendas de consórcios Paulo Ney Andrade.  

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Inflação


O Plano Real se iniciou no Brasil no ano de 1994 e as famílias brasileiras presenciam uma situação curiosa: pais que têm filhos com menos de vinte anos às vezes têm dificuldade de explicar para eles o que foi a inflação descontrolada que o país experimentou por muitos anos.

É lógico que, se compararmos os preços de vários produtos hoje em relação ao valor deles no início do Plano Real, o aumento dos preços se torna mais evidente. O próprio salário mínimo em julho de 1994 era de apenas R$ 64,79 (sessenta e quatro reais e setenta e nove centavos), enquanto o valor atual é de R$ 622,00.

Sem dúvidas, fazer essa comparação com quase duas décadas de distância, em cenários econômicos distintos, é bem diferente do que comparar períodos menores, como um ano ou dois. Como fazer, então, para ensinar esse conceito de inflação às crianças, de forma simples e acessível?

Uma dica é entrar no site A Turma da Bolsa, mantido pela BM&F Bovespa. O espaço contém vídeos e jogos especialmente criados para ensinar finanças aos pequeninos. Nesse espaço é possível ver um breve filme com “o Porco e o Magro” sobre esse assunto. O Porco, inspirado na imagem de um cofrinho, é um especialista em finanças que ensina ao Magro o que é inflação, a partir do exemplo do preço da maçã, que, no caso, está mais cara. “A maçã ficou mais cara porque passou o tempo ou a estação dela. Quando passa a estação de uma fruta, as árvores produzem menos frutas. A quantidade de maçãs reduziu e o preço aumentou, mas inflação é mais que isso: é quando se juntam vários motivos e o preço da maçã não para de aumentar, entendeu?”. Em outras palavras, a criança só precisa entender a ideia de aumento de preço e da redução do poder de compra do dinheiro. Afinal, se a maçã fica mais cara, o dinheiro que antes comprava um quilo dessa fruta não será mais suficiente para esse objetivo.
Para quem não entende o recado dessa forma, há um exercício prático: pegar um balão e enchê-lo. Daí a criança vai imaginar uma série de situações que possam aumentar o preço da maçã cada vez em que se assopra no balão. Cada um desses motivos encherá um pouco mais o balão, deixando-o cada vez mais inflado...

A inflação, portanto, pode ser entendida mais facilmente com essa imagem. Agora, porque esse conceito é importante para a vida dos filhos? Ele pode ser útil para que os pais ensinem que o dinheiro tem um determinado poder de compra e (é) que é importante usá-lo com consciência para não desperdiça-lo e deixá-lo ir embora, como um balão que está cheio e é solto pelos ares.

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Não se endivide com a festa de casamento

É só falar a palavra “casamento” que os preços ganham vários dígitos a mais. E agora? O que fazer? Confira o nosso breve manual com dicas para economizar no seu casamento:

- Mantenha em foco que a cerimônia em si é mais importante do que a festa. Festas, haverão muitas, mas o momento da cerimônia é único na sua vida!

- Regra de ouro na hora de fazer a lista de casamento! Faça três perguntas para cada nome que você quer colocar na lista: "Essa pessoa frequenta a minha casa e eu a dela?", "Essa pessoa me liga no dia do meu aniversário? (não vale Facebook!)", "Eu tenho o telefone dessa pessoa na minha agenda e posso ligar sempre que precisar?".

- Quanto maior a antecedência nos preparativos, melhor! Quem resolve casar de última hora não tem tempo para pesquisar, não encontra data disponível entre os fornecedores e acaba pagando mais caro por falta de opção. O ideal é começar os preparativos entre 1 ano e 1 ano e meio de antecedência.

- Pesquise sempre, no mínimo, três fornecedores para comparar os valores. Entretanto, essa comparação deve ser justa e analisar o mesmo tipo de serviço. Eliminar alguns serviços que o profissional oferece também ajuda. Por exemplo, um estúdio fotográfico oferece álbum, making of, minialbuns para as mães e vídeo. Neste caso, a noiva pode optar apenas pelos dois primeiros.

- Casamentos realizados durante o dia são mais baratos.

- Para poupar, você pode fazer alguns itens em casa, com suas amigas e familiares. As lembrancinhas, os convites, os porta-guardanapos...

- O Buffet é um dos itens mais caros. Para economizar nesse item, é importante saber que os horários mais baratos para se fazer a recepção são de manhã e a tarde. Nesse caso, em vez de servir jantar, é possível oferecer um coquetel ou um bolo com champanhe com uma mesa de frios, o que torna uma recepção mais leve, inclusive para o bolso. A redução de bebidas alcoólicas nesses horários também se reflete no orçamento.

- Evite as bandas, para quem prefere um casamento barato. Um DJ deixará sua festa animada sem arrebentar o seu bolso

- Pesquise em blogs de casamento. Como eles são feitos por noivas/ex-noivas, eles sempre trazem dicas de novos talentos entre os fornecedores, com preços mais atrativos.

Por fim, "uma boa cerimonialista pode ajudar muito o casal a economizar, apresentando fornecedores que se enquadrem no orçamento estimado", explicou Márcia Kawamoto, cerimonialista chefe da Bendita Noiva.

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Casa


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A casa própria é o sonho da maioria dos brasileiros e, especialmente dos casais que estão iniciando uma vida em comum. Pensando nisso, a Petros fez uma parceria* com o Bradesco, o HSBC, o Santander e Banco do Brasil, que permite a aquisição de imóveis em condições especiais.
A partir do convênio estabelecido com a Petros, essas instituições oferecem aos participantes redução na taxa de juros nominais e nas tarifas de conta corrente. Os bancos participantes ainda prometem oferecer vantagens competitivas em relação aos seus concorrentes. Portanto, vale a pena pesquisar cada instituição antes de se decidir por uma.
No momento da pesquisa, é importante consultar não apenas as taxas, mas comparar também o valor líquido financiado e os valores finais das parcelas em cada uma das instituições financeiras, tendo o mesmo prazo como referência.
Por que a taxa não é o maior diferencial? Porque, entre outros encargos possíveis, há o seguro embutido no valor da parcela. Esse seguro pode garantir, por exemplo, que a família não arcará com a dívida do financiamento em caso de falecimento do titular do contrato. O detalhe é que ele é pago ao longo do contrato inteiro, ou seja, no longo prazo o valor é considerável. Basta calcular: uma diferença de R$ 50,00 no valor da parcela em um financiamento de 240 prestações, atinge, sem correção monetária, o total de R$ 12.000,00. Corrigidos pela poupança, esse total poderia chegar a mais de R$ 26.000,00 ao longo desses vinte anos.
O ideal é que o participante vá pessoalmente a cada um dos bancos conveniados para verificar a opção mais vantajosa para o seu perfil. Afinal, um financiamento de 20 anos é um compromisso tão sério quanto um casamento.

Cuide do seu nome

Cuidar da saúde, manter um padrão adequado de vida, desfrutar de momentos de lazer, tudo com a tranquilidade de não dever nada para ninguém. Porém, às vezes, imprevistos, ou a falta de bom senso, podem trazer a situação de inadimplência ou, popularmente falando, de “nome sujo”.  Se por algum problema financeiro o seu nome entrou para a lista dos devedores do Serasa, acalme-se! Não é o fim do mundo. O importante é buscar a meta de limpar o seu nome na praça.

Alguns estabelecimentos comerciais consultam Serasa como forma de evitar o “calote”. Ou seja, tentam se proteger daqueles que imaginam ser maus pagadores. Se o seu nome constar nesta lista, será muito difícil comprar a crédito, abrir contas em banco e usar cheques no pagamento de contas.

A consulta ao SPC e Serasa só poderá ser efetuada diretamente por empresas que possuam convênio com esta instituição. Significa que tais estabelecimentos pagam uma taxa mensal para utilização deste serviço. Mas, qualquer pessoa pode, gratuitamente, efetuar uma consulta diretamente nas instalações do Serasa em todas as capitais e principais cidades do Brasil. Para efetuar a consulta, o próprio interessado deve comparecer ao Serasa de sua localidade munido de documentos (CPF e RG ou Carteira Profissional).

Se você recebeu uma cartinha do Serasa informando que o seu nome constará no cadastro de inadimplência, confira algumas orientações para limpar o seu nome:

1) Pagando sua dívida

Procure tentar um acordo com os seus credores. Tente negociar em parcelas que caibam no seu bolso. Geralmente o seu nome é limpo já no pagamento da primeira parcela. Os estabelecimentos têm cinco dias para limpar o seu nome, caso contrário podem responder por processos na justiça.

2) Aguardando 5 anos

Sabia que a justiça proíbe que uma pessoa física tenha seu nome sujo por mais de 5 anos? Pois é. Se realmente não tiver como pagar, aguarde. Mas a melhor maneira de resolver essa situação ainda é tentar um acordo com seus credores.

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Vestido de noiva

Em cidades como Brasília, por exemplo, o primeiro aluguel de um vestido de noiva pode chegar a R$ 10 mil. A pergunta é: vale tudo isso? A resposta é simples: não. Não vale a pena gastar mais com uma roupa que você vai usar por 5 horas, e ter que devolver, do que com a decoração da sua futura casa, que você vai usar por vários anos.

Mas dá para fugir dessa teia de cetins e rendas? Claro! E sem perder a qualidade! Veja como:

- Comprando o vestido no exterior.

"Se eu pudesse dar um conselho às noivas que ainda tem até quatro meses de antecedência para o casamento e ainda não compraram o vestido eu diria: compre nos Estados Unidos. Com a economia que você faz com vestido, véu, sapato, arranjo de cabelo e demais coisas (enxoval, lembrancinhas diversas, bebidas para sua festa/whisky, etc, etc, etc! :) vc paga sua passagem, hospedagem, viaja, se diverte e, sem dúvida sente que seu dinheiro foi bem gasto. E olhe que eu não sou muito fã dos EUA como destino turístico... mas no quesito compras, eles são imbatíveis!", contou Silvia Sansoni, funcionária do Banco do Brasil e recém-casada. Não precisa dizer mais nada, né?

- Bazares são melhores do que você pensa

Não subestime um bazar de um grande estilista. Alguns o fazem até duas vezes por ano para dar vazão aos vestidos em estoque. Fique atenta! Você poderá comprar peças em perfeito estado, muitas vezes usadas em uma única ocasião, a preços ínfimos. E, em nada deixarão a desejar pois foram peças feitas com capricho para outras meninas, que gastaram os R$ 10 mil num primeiro aluguel e tiveram que devolver a peça.

- De noiva para noiva

Acompanhe pelos blogs os anúncios de noivas vendendo o próprio vestido. Algumas compraram no exterior, outras de renomados estilistas que só fazem peças para venda, outras cancelaram a festa e estão se desfazendo da peça. Seja qual for o  motivo, com certeza estará mais barato e a forma de pagamento poderá ser melhor negociada.
 
O mais importante é você saber que, seja qual for a roupa que estiver usando, você estará linda! E os olhos do seu noivo irão brilhar de emoção ao lhe ver entrar na passarela, mesmo que o seu vestido seja da Vera Wang ou feito pela sua madrinha. Toda noiva tem uma aura especial que a torna inesquecível.
 

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Compras parceladas. Acabe com elas!

Supermercado, padaria, lojas de roupas, calçados, artigos de beleza, tecnologia e decoração. Produtos escolhidos, então é hora de fazer o pagamento. Surgem as perguntas: débito ou crédito? Quer dividir em quantas parcelas? Embora seja bastante sedutor empurrar a dívida um pouquinho mais para frente, essa pode não ser a melhor opção. Sem um bom controle das contas, as pessoas acabam assumindo o pagamento de várias prestações ao mesmo tempo. E a dívida só aumenta.
Outro ponto é que, por conta do desejo imediato de ter o produto em mãos, alguns se rendem às parcelas, mas se esquecem de verificar se poderão pagá-las no futuro. A solução é o planejamento das finanças.
Fixe metas e objetivos, e procure separar parte do dinheiro todo mês para conquistá-los, seja uma viagem, um carro ou qualquer sonho. Com o dinheiro em mãos, opte pelo pagamento à vista. Alguns estabelecimentos oferecem ótimos descontos para quem paga os produtos em dinheiro, débito ou até mesmo no cheque à vista. Você ainda poderá economizar algum dinheiro na negociação e utilizá-lo para outro fim. E o melhor, nada de dívidas.


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Politicas dos fundos de pensão

O fortalecimento da previdência complementar, que representa atualmente cerca de 15% do Produto Interno Bruto (PIB), aumenta a responsabilidade dos fundos de pensão com o desenvolvimento do país. Não só econômica, mas também socialmente. Os fundos estão fazendo a sua parte. A Comissão Técnica Nacional de Sustentabilidade da Abrapp reuniu profissionais do setor, representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e especialistas das áreas de investimento e ambiental no seminário - A Sustentabilidade e o Papel dos Fundos de Pensão no Brasil, que aconteceu ontem (22/5), no Rio de Janeiro.
O diretor presidente da Abrapp, José de Souza Mendonça, explica que o objetivo do encontro é conscientizar as entidades sobre a importância de investir em empresas que se preocupem com o meio ambiente. “Hoje, cerca de 60% do patrimônio dos fundos, algo em torno de 360 bilhões de reais, estão nas mãos das grandes entidades que já estão preocupadas com isso e priorizando esses investimentos”. Mendonça fez a afirmação referindo-se às 15 maiores entidades do setor signatárias do programa da ONU, o PRI – Princípios para os Investimentos Responsáveis.
A gerente executiva de Planejamento Estratégico da Petros e membro da Comissão Nacional de Sustentabilidade da Abrapp, Helena Kerr, afirma que debater o tema entre os fundos de pensão é muito importante devido ao perfil de investirem a longo prazo. “Como gestores dos fundos precisamos aplicar os recursos, que são dos participantes, com o olhar voltado para a sustentabilidade”.
Tatiana Regiani, analista de investimentos da Petros, explica que a Fundação já tem um conceito bem definido de investir em empresas que estejam preocupadas com a questão. “Estamos desenvolvendo uma metodologia para avaliar de maneira criteriosa o envolvimento social, ambiental e de governança corporativa das empresas em que temos participação”.
Para o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Celso Lemme, a atuação eficaz de lideranças será definitiva para impulsionar as empresas a investirem no desenvolvimento social e na preservação ambiental. Ele lembra que há duas décadas, discutia-se com fervor a eficácia de investir em qualidade, já que os que não investiam tinham melhores preços e vendiam mais. “Hoje o tema qualidade é indiscutível e quem não investiu ficou fora do mercado”. Para ele, o mesmo acontecerá com relação ao investimento sócioambiental.
Outro tema em debate tratou das ações previstas no Protocolo de Intenções assinado entre o Ministério da Previdência e a OIT, em 2011. O documento tem o objetivo de fazer com que as políticas de investimentos dos fundos auxiliem na promoção do trabalho exercido em condições de liberdade, equidade e segurança, sem quaisquer formas de discriminação e capaz de garantir uma vida digna.

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Trabalhar pra que?

A segunda-feira costuma ser criticada, por boa parte da população, como sendo um dia de desprazer, em função do trabalho. Em contrapartida, a sexta-feira é comemorada por estar próxima ao fim de semana. Por detrás dessa percepção social existe o conceito de que o trabalho é uma atividade feita principalmente por obrigação, em troca de uma renda mensal.
Essa visão pessimista não é privilégio da nossa geração. Na verdade a própria origem do termo está associada a algo negativo: o vocábulo “trabalho” originou-se da palavra latina “Tripalium”, que era um instrumento de tortura utilizado contra os escravos na Grécia Antiga, quando existia a visão de que o ócio permitia a criação e era usufruído pela população nobre, enquanto o trabalho físico, exercido pelos escravos, era visto como uma atividade depreciável.
Foi somente a partir do século XVI, no movimento que ficou conhecido como Reforma Protestante, liderado por Lutero, que o trabalho passou a ser visto com bons olhos. Esse foi o período de surgimento da Burguesia, um grupo que não fazia parte da Nobreza, mas que estava ascendendo financeiramente em função do comércio ou outros negócios.  Nesse período surgiu a máxima repetida até hoje, de que “o trabalho enobrece o homem” – visão analisada profundamente pelo filósofo Max Weber em sua obra “A ética protestante e o espírito do capitalismo”.
Nesse contexto, existem duas formas de enxergar o trabalho: uma com olhar otimista e outra com olhar pessimista. Agora, em relação ao papel que a atividade profissional assume na vida de cada um é possível encontrar infinitos conceitos para si mesmo. Como assim? Uma pessoa pode criar uma visão sobre a própria atividade que seja diferente desses conceitos já apresentados.
É possível, por exemplo, enxergar o trabalho como uma fonte de realização pessoal. Quem trabalha com o que gosta sente isso de fato. Por outro lado, mesmo que uma pessoa não exerça a atividade dos seus sonhos, é possível gostar do que faz e cultivar o sentimento de realização por cumprir as tarefas propostas de modo bem feito ou da melhor forma possível.
O trabalho é sim uma fonte de subsistência para a maioria das pessoas, mas não precisa se resumir a isso. Ele representa uma forma de cumprir um papel social e permitir a cada um, a cada dia, fazer o seu melhor em prol de algo muito mais valioso que o próprio salário. Além disso, o ambiente profissional oferece inúmeras possibilidades de crescimento pessoal e de fazer diferença na vida de muitas pessoas, com quem cada um lida diariamente no próprio emprego ou negócio.
Nesse sentido, ganha mais quem vai ao trabalho por um motivo mais nobre do que simplesmente receber o crédito do salário no fim do mês. Afinal, é no ambiente de trabalho que a maioria das pessoas passa a maior parte de seu tempo e quem decide viver da melhor forma esse tempo despendido ganha créditos em forma de qualidade de vida, amizades duradouras, credibilidade com os colegas e muitos outros ganhos que são vistos como algo que não tem preço.

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